segunda-feira, 17 de junho de 2013

Como se proteger das Picadas dos Mosquitos?



Se você é daqueles que tomam banho de repelente antes de se embrenhar no mato e geralmente sai todo picado, saiba que esse mistério pode ter duas explicações. Você e o repelente. Ou seja, a freqüência com que você reaplica o produto e a concentração de um componente chamado dietiltoluamida (DEET).
É simples de entender. Os produtos mais vendidos no mercado prometem longa proteção, mas na verdade suas concentrações de DEET são tão baixas que, para funcionar, seria necessário usá-los praticamente de 5 em 5 minutos.
Essa é a opinião de especialistas do Centro de Informação em Saúde para Viajantes (Cives), do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (UFRJ). Segundo o médico Ricardo Igreja, a literatura indica que, para ser considerado bom, o repelente para adultos tem que ter no mínimo 30% ou 40% de DEET em sua composição. “Dependendo da transpiração de cada um, essa concentração em média garante proteção de 4 a 6 horas”, diz. Mas pouca gente sabe disso. “Até pouquíssimo tempo nem as concentrações vinham no rótulo dos produtos! E agora, quando vêm, vemos que são muito inferiores ao recomendado”.
Vejamos a marca Autan, da Johnson&Johnson. A versão em aerossol tem 14,24% de DEET, o gel tem 10% e spray apenas 6,65%. Do mesmo fabricante, o Off! aerossol também tem 14,24% de DEET, e o Off! Kids, para crianças, 7,12%. A versão em spray sequer revela a concentração, limitando-se a informar no rótulo que o produto contém DEET e que o consumidor deve reaplicá-lo “quando necessário”.
A Johnson se defende dizendo que realizou testes em laboratórios credenciados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), demonstrando que produtos com concentração de DEET abaixo dos 30% podem sim funcionar por mais de 6 horas sem necessidade de reaplicação. Segundo a empresa, o Off! Spray dura até 5 horas e 20 minutos, o Off! Aerossol 6 horas e 20 minutos e o Off! Loção, que tem 7,125% de DEET, dura até 4 horas e 50 minutos.
A Anvisa limita-se a regular a concentração excessiva da substância, que pode fazer mal à saúde. Proíbe o uso de DEET em repelentes para crianças menores de 2 anos e recomenda concentração menor de 10% para crianças até 10 anos. Concentrações superiores a 30% em produtos para adultos precisam de estudos prévios de risco. Quanto aos repelentes com baixas concentrações, informou que eles “são tão efetivos quanto aqueles com concentrações maiores”.
É um disse-me-disse por enquanto sem solução. A prova dos nove poderia caber ao Inmetro, que até hoje nunca testou repelentes de pele.
Eficiente e caro

Na dúvida, o jeito é conformar-se com as picadas? Não precisa. Recentemente o laboratório parisiense Osler começou a fabricar no Brasil o único repelente em que os médicos do Cives confiam: o Exposis. Ele traz 50% de DEET e promete proteção por até 5 horas se a temperatura ambiente for inferior a 30 graus. Caso contrário, orienta o consumidor a reaplicá-lo a cada 2 horas.
O repelente é eficiente mesmo, mas seu rótulo chega a assustar. Está escrito: “Pode alterar materiais sintéticos e plásticos (máquinas fotográfica, filmadoras, óculos, relógios, etc.), esmalte de unha, entre outros”. Mas fique tranqüilo, o rótulo também diz que não é irritante para a pele.
Como ainda é peça rara nas farmácias brasileiras, quem quiser comprá-lo tem que procurar no site do fabricante os endereços dos estabelecimentos onde é vendido. O preço também é salgado. Uma embalagem spray de 100ml custa mais de 30 reais, enquanto as outras marcas são vendidas a valores entre 5 e 15 reais.

O mito do complexo B

O laboratório Osler produz ainda repelentes para tecidos, contra insetos que conseguem picar sobre as roupas. As peças devem ser enxaguadas e misturadas ao produto, que promete proteção por dois meses, mesmo com várias lavagens. Quem justifica a pertinência de mais esse cuidado é, claro, o próprio site do fabricante: “40% das picadas de insetos acontecem através das roupas”. Ele informa que o produto pode garantir proteção de 75% contra malária e de 79% contra leishmaniose. “Em situações de epidemia, como no caso da dengue, seria bom que todo mundo usasse esse tipo de produto. Não tem cheiro e dura várias lavagens”, opina Ricardo Igreja, do Cives.
Existem mais opções para fugir das picadas dos mosquitos como repelentes à base de produtos naturais, como andiroba e citronela. Outras alternativas não passam de mitos. O mais famoso é a ingestão de cápsulas do complexo vitamínico “B”. Ricardo Igreja não dá crédito a essa prática. “Não adianta nada, é folclore”. Já a dermatologista Maria Cristina Ribeiro de Castro, também da UFRJ, diz que o complexo B pode até funcionar, mas sob condições bem especiais. “Só se você tomar uma overdose. Mesmo assim, com mais de um mês de antecedência, no mínimo”. Ela explica que quando tomamos doses muito superiores às nossas necessidades diárias, elas precisam ser eliminadas. E isso acontece pela pele. Embora não tenhamos capacidade de sentir o odor, a substância exalada não é atraente aos mosquitos. E a ingestão excessiva de vitamina não faz mal à saúde.
Mas se você acha que os mosquitos estão de marcação com você, ou que recebe mais picadas comparado a outra pessoa, isso também pode ter explicação. Segundo Maria Cristina, de uma maneira geral não existe pré-disposição a ser atacado pelos insetos. No entanto, mulheres e crianças são mais suscetíveis a sentir as picadas pela falta de pêlos no corpo. “Os pêlos protegem como uma rede, e o mosquito não consegue atingir a pele”, diz ela. Além disso, esses insetos também são atraídos pelo odor da transpiração.
A dica final vem do Cives: não é bom optar por repelentes misturados a protetores solares. O melhor é ter os dois produtos separados. E sempre aplicar o protetor primeiro.


Artigo: O fim da picada

Por: Andreia Fanzeres

quinta-feira, 13 de junho de 2013

quarta-feira, 12 de junho de 2013

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Em visita, papa conhecerá favela e irá à Aparecida...

Em sua primeira viagem como papa, Francisco, visitará uma favela no Rio e a Basílica de Aparecida em SP, durante a Jornada Mundial da Juventude. O papa chega ao Rio em 22 de julho. No dia seguinte ele viaja à Aparecida, onde celebra missa. A agenda de Francisco conta ainda com um encontro com jovens infratores.
A divulgação dos detalhes da agenda do Papa nos dias da JMJ Rio2013 mostraram a preocupação de Francisco de se aproximar dos fiéis. A agenda extensa, que contempla encontro com autoridades da sociedade civil e com a hierarquia da Igreja, não deixou de lado o cuidado e a atenção que o Sumo Pontífice tem mostrado com os pobres e enfermos. Durante a semana que passará no Rio de Janeiro, Francisco vai visitar a casa de uma família da comunidade da Varginha, em Manguinhos, e o Hospital São Francisco de Assis, que faz um trabalho de recuperação de dependentes químicos, e ainda receber cinco menores infratores no Palácio São Joaquim, residência oficial do arcebispado do Rio.
Além desses encontros, o Papa vai receber 12 jovens dos cinco continentes para um almoço no Palácio São Joaquim, confessar outros cinco jovens na Feira Vocacional na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, e se encontrar com os voluntários da Jornada no Riocentro, na Barra da Tijuca. Os detalhes foram divulgados na manhã desta terça-feira, dia 7 de maio, em uma coletiva de imprensa com a presença do arcebispo do Rio de Janeiro e presidente do Comitê Organizador Local (COL), Dom Orani João Tempesta, demais representantes do COL, artistas do CD “No coração da Jornada” e autoridades civis.
Antecipando a visita pastoral, o Papa Francisco vai chegar ao Brasil na segunda-feira, dia 22 de julho. Normalmente os Papas chegam à cidade sede da Jornada na quinta-feira, dia da cerimônia de acolhida aos peregrinos. Nestes dias, Papa Francisco se hospedará na Residência do Sumaré, na Zona Norte do Rio, mesmo lugar onde João Paulo II se hospedou em 1997.
Durante a JMJ Rio2013, o Papa circulará pela cidade de carro fechado, helicóptero ou papamóvel. Na visita a comunidade de Manguinhos, está previsto o percurso de aproximadamente 100 metros a pé. De acordo com Dom Orani, o desejo do COL é que o deslocamento da base aérea até o Palácio da Guanabara, onde será feita a cerimônia de acolhida oficial no dia da chegada do Santo Padre, seja feito no papamóvel para que ele possa saudar a população da cidade.
Além do Rio de Janeiro, o Papa Francisco também fará uma visita rápida à Aparecida, na quarta-feira, dia 24 de julho. O Papa Francisco fica no Rio de Janeiro até o domingo, dia 28 de julho. A cerimônia de despedida será às 18h30min e o embarque no voo de volta para o Vaticano será às 19h.

Visita à Aparecida

Em Aparecida, o Papa vai visitar a Basílica de Nossa Senhora Aparecida e o Seminário Bom Jesus. De acordo com o Cardeal Dom Raymundo Damasceno, a vista se estende a todo o Brasil, já que o Santuário é nacional e da padroeira do país. “Recebemos com muita alegria a notícia que o Santo Padre também nos dará o privilégio de recebê-lo em Aparecida”. Ainda segundo Dom Damasceno, na ocasião o Papa Francisco vai consagrar a JMJ à Mãe Aparecida.

O Papa Francisco é o terceiro Sumo Pontífice a visitar o Santuário. Em 1980, o Papa João Paulo II passou 12 dias em visita pastoral ao Brasil e visitou também a cidade. Em 2007, foi a vez do Papa Bento XVI visitar o Santuário quando passou cinco dias em visita pastoral no Brasil. Nestes dias, o Santo Padre presidiu a 5º Conferência Geral do Episcopado Latino Americano. Durante a Conferência, o Papa Francisco, ainda como Cardeal Bergoglio, presidiu a Comissão que redigiu o documento final.




sexta-feira, 26 de abril de 2013

Projeto inspira generosidade com histórias emocionantes...

‘I Like Giving’ é uma campanha que tem como objetivo inspirar generosidade. É uma coleção de histórias – compartilhadas em forma de vídeo – do mundo todo sobre pessoas que fizeram boas ações sem esperar nada em troca. “Esta é uma campanha por um mundo generoso, porque acreditamos que um mundo generoso é um mundo melhor para todos nós. Mas nós não queremos seu dinheiro, queremos a sua ação”, explica o idealizador.
A iniciativa surgiu a partir de um artigo de jornal. “Anos atrás eu li uma notícia a respeito de uma família sudanesa que teve sua bicicleta roubada. Algo dentro de mim falou ‘isso não está certo’. Meu filho de 10 anos disse ‘nós temos que comprar uma bicicleta nova para eles!’. Então nós a compramos, fomos procurá-los e depois de horas nós os encontramos. Tudo o que o pai dizia era ‘eu gosto de bikes, eu gosto de bikes’. Mais tarde, quando contei minha história para os meus amigos, eles me contaram as suas histórias. Minha conclusão foi a de que generosidade inspira generosidade. Algo acontece quando nós amamos nossos vizinhos. Imagine fazer algo para alguém, sem esperar nada em troca. Que mundo poderia ser? Eu acho que nossa missão é encorajar as pessoas a sairem de casa e criarem suas próprias histórias”, concluiu.
Qualquer um pode fazer parte desta campanha. No site oficial o grupo disponibiliza um período de experiência, o ‘The 3 Day Giving Experience’, em que a pessoa que se inscreve e recebe um e-mail com um ‘desafio’ a ser realizado naquele dia. Além do conteúdo do site, o projeto conta ainda com um canal no Youtube, onde são postadas as histórias.
A família Dennehy ficou bem famosa. ‘I Like Adoption’ conta a vida de um casal que encontrou um sentido de viver adotando crianças especiais ao redor do mundo. Atualmente eles cuidam de nove crianças. É realmente inspirador!

Veja maiores detalhes no site a seguir! Não deixe de entrar no site oficial e no canal no Youtube!

http://br.noticias.yahoo.com/projeto-inspira-generosidade-com-hist%c3%b3rias-emocionantes-162153322.html