sexta-feira, 26 de abril de 2013

Projeto inspira generosidade com histórias emocionantes...

‘I Like Giving’ é uma campanha que tem como objetivo inspirar generosidade. É uma coleção de histórias – compartilhadas em forma de vídeo – do mundo todo sobre pessoas que fizeram boas ações sem esperar nada em troca. “Esta é uma campanha por um mundo generoso, porque acreditamos que um mundo generoso é um mundo melhor para todos nós. Mas nós não queremos seu dinheiro, queremos a sua ação”, explica o idealizador.
A iniciativa surgiu a partir de um artigo de jornal. “Anos atrás eu li uma notícia a respeito de uma família sudanesa que teve sua bicicleta roubada. Algo dentro de mim falou ‘isso não está certo’. Meu filho de 10 anos disse ‘nós temos que comprar uma bicicleta nova para eles!’. Então nós a compramos, fomos procurá-los e depois de horas nós os encontramos. Tudo o que o pai dizia era ‘eu gosto de bikes, eu gosto de bikes’. Mais tarde, quando contei minha história para os meus amigos, eles me contaram as suas histórias. Minha conclusão foi a de que generosidade inspira generosidade. Algo acontece quando nós amamos nossos vizinhos. Imagine fazer algo para alguém, sem esperar nada em troca. Que mundo poderia ser? Eu acho que nossa missão é encorajar as pessoas a sairem de casa e criarem suas próprias histórias”, concluiu.
Qualquer um pode fazer parte desta campanha. No site oficial o grupo disponibiliza um período de experiência, o ‘The 3 Day Giving Experience’, em que a pessoa que se inscreve e recebe um e-mail com um ‘desafio’ a ser realizado naquele dia. Além do conteúdo do site, o projeto conta ainda com um canal no Youtube, onde são postadas as histórias.
A família Dennehy ficou bem famosa. ‘I Like Adoption’ conta a vida de um casal que encontrou um sentido de viver adotando crianças especiais ao redor do mundo. Atualmente eles cuidam de nove crianças. É realmente inspirador!

Veja maiores detalhes no site a seguir! Não deixe de entrar no site oficial e no canal no Youtube!

http://br.noticias.yahoo.com/projeto-inspira-generosidade-com-hist%c3%b3rias-emocionantes-162153322.html

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Fique de olho no mosquito da Dengue...


Combater a Dengue é um dever de todos.
Denuncie os focos de mosquitos, avisando as Secretarias de Saúde.
Segue o link para você denunciar:


terça-feira, 9 de abril de 2013

Anvisa libera produtos da Ades, mas mantém proibição a suco de maçã...

Medida vale para lote AGB25, fabricado em 25/02 e válido até 22/12/2013.

Produção e comercialização dos demais lotes foi liberada.

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu manter a proibição, distribuição, a comercialização e a exposição ao consumo, em todo o país, do lote AGB25 do suco de soja Ades, sabor maçã. A medida vale para o suco em embalagem de 1,5 litro, fabricado em 25/02/2013 e válido até 22/12/2013. A produção e comercialização dos demais lotes foi liberada pela agência.
De acordo com a resolução, publicada na edição desta segunda-feira (8) do "Diário Oficial da União", o suco, fabricado pela Unilever, está "em desacordo com a legislação sanitária e apresenta risco à saúde".
Em nota, a Unilever pediu "desculpas aos nossos consumidores e clientes pelo episódio e declarar mais uma vez nosso compromisso com a qualidade de AdeS, uma das marcas mais queridas do Brasil". Segundo a empresa, a partir desta segunda a comercialização do Ades será regularizada em todas as lojas do país. A companhia informa ainda que a falha na produção foi pontual e restrita ao lote AGB25, sabor maçã 1,5L e que, com exceção deste lote, todos os sabores e formatos do suco estão liberados para produção, comercialização e consumo.

Recall

No dia 14 de março, a Unilever anunciou recall em um lote do suco de maçã Ades de 1,5 litro por risco de queimadura. Segundo a fabricante, a contaminação com solução de limpeza foi detectada no lote AGB 25, fabricado em 25 de fevereiro, com "cerca de 96 unidades do produto Ades Maçã 1,5 L".
"Nestas unidades, foi identificada uma alteração no seu conteúdo decorrente de uma falha no processo de higienização, que resultou no envase de embalagens com solução de limpeza da máquina. O consumo do produto nessas condições pode causar queimadura', afirmou a Unilever, em comunicado. "A falha identificada já foi solucionada, os produtos existentes na empresa foram retidos e os ainda presentes nos pontos de venda já estão sendo recolhidos", afirmou, em nota, na ocasião.
Na mesma publicação, a Anvisa decidiu revogar a resolução publicada em 18 de março, que determinava a suspensão a fabricação, a distribuição, a venda e o consumo de lotes dos produtos com soja da marca Ades, de diferentes sabores, versões e tamanhos. A medida atingia apenas uma das 11 linhas de produção de Ades da fábrica de Pouso Alegre (MG).
A decisão, segundo a Anvisa, foi baseada no relatório de inspeção sanitária realizada na Unilever pela Vigilância Sanitária de Minas Gerais e de Pouso Alegre - onde está instalada a fábrica da empresa que produz Ades - no período de 18 de março a 22 de março.

Dano causado por Ades é como uma 'afta forte'

O vice-presidente da Unilever Brasil, Newmam Debs, afirmou no dia 27, em audiência na Comissão de Defesa do Consumidor na Câmara dos Deputados, que uma série de medidas foram adotadas pela empresa após o incidente. Segundo o executivo, todos os operadores das linhas de produção foram treinados novamente. Além disso, houve revisão do software da máquina que apresentou defeito e o plano amostral das linhas foi ampliado, aumentando, segundo Debs, a segurança do produto antes de ser liberado para consumo.
De acordo com Newmam Debs, a empresa se empenhou em dar “o máximo de conhecimento possível aos consumidores para evitar que as pessoas consumissem desavisadamente aquele produto que estava impróprio”.
“A Unilever adotou a postura de cuidado dos consumidores, transparência e colaboração de todas as autoridades”, disse o empresário. 
Segundo Debs, o ferimento provocado pelas unidades de suco Ades que continham soda cáustica são como uma “afta forte” e que a boca dos consumidores afetados vão se “autocurar”.
"A sensação de ingerir esse produto é como se fosse uma afta forte, uma ardência. A boca se autocura, um processo de regeneração da mucosa. Em nenhum caso houve internação, as pessoas estão bem”, declarou o vice-presidente da empresa.

Caso o consumidor tenha qualquer dúvida, a Unilever orienta que entre em contato por meio do SAC, no número 0800-7070044, ou envie um email para sac@ades.com.br.




http://g1.globo.com/economia/noticia/2013/04/anvisa-mantem-proibicao-da-venda-de-lote-do-suco-ades-de-maca.html

sexta-feira, 1 de março de 2013

Rio ganha novo museu de arte no dia de seu aniversário...

Um presente especial, que será entregue hoje (1º), marca o 448º aniversário de fundação da cidade do Rio. Com a presença da presidente Dilma Rousseff, será inaugurado o Museu de Arte do Rio (MAR), na Praça Mauá, no centro da capital carioca. A abertura ao público será no próximo dia 5, e os visitantes terão acesso a cerca de 900 obras de arte, além de fotografias, documentos e objetos históricos, grande parte ligada à cidade.
O MAR foi concebido a partir da união de dois prédios construídos em épocas distintas: o Palacete Dom João VI, inaugurado em 1916 para abrigar a Inspetoria de Portos, e um prédio modernista, da década de 1940, que já funcionou como delegacia de polícia, hospital da Polícia Civil e terminal rodoviário. A ligação visual entre os dois imóveis foi possível com a construção de uma grande laje em forma de onda na cobertura e de uma rampa coberta, em leve declive, que leva o visitante de um prédio a outro. O projeto foi desenvolvido pelo escritório carioca Bernardes + Jacobsen.
O Palacete Dom João VI é destinado à exposição das obras de arte, enquanto o edifício ao lado, com sete pavimentos, abriga a Escola do Olhar, um espaço dedicado à formação continuada de educadores e alunos das escolas municipais do Rio. Nesse espaço haverá salas de aula, biblioteca especializada em artes visuais, café, loja de arte, auditório para 107 pessoas e um terraço onde funcionará um restaurante com vista panorâmica para a Baía de Guanabara.
O visitante poderá ver quatro exposições: Rio em Imagens – uma Paisagem em Construção, com pinturas, gravuras, desenhos, fotografias, esculturas e vídeos, em um total de 400 peças; O Colecionador – Arte Brasileira e Internacional na Coleção Jean Boghici, com 136 peças; Vontade Construtiva na Coleção Fadel, com 250 obras, e O Abrigo e o Terreno – Arte e Sociedade no Brasil, com 114 peças.
O diretor geral do MAR, Luiz Fernando de Almeida, ressaltou o significado do novo museu para a população. “O povo carioca vai ter neste museu um lugar em que possa apreciar e compreender a arte. O MAR tem a característica de uma dimensão expositiva igual à educativa. Está constituindo um acervo que não é só de obras de arte, mas da representação da história do Rio, que pensará em suas exposições como instrumento de formação e educação da população diante da arte.”
O investimento na construção do museu foi R$ 79,5 milhões, uma iniciativa conjunta da prefeitura do Rio, responsável pela alocação dos recursos, e da Fundação Roberto Marinho, responsável pela concepção do projeto.
O ingresso será R$ 8 a inteira e R$ 4 a meia. Terão acesso gratuito pessoas com mais de 60 anos, alunos e professores da rede pública de ensino e crianças até 5 anos. Às terças-feiras, o ingresso é gratuito ao público em geral. O horário de visitação é das 10h às 17h, de terça-feira a domingo. O museu fecha às segundas-feiras. A estimativa é que 200 mil pessoas visitem o MAR por ano.





sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Fraternidade e Juventude...

“Eis-me aqui, envia-me!” (Is 6,8)

O que deve caracterizar a juventude é a modéstia, o
pudor, o amor, a moderação, a dedicação, a diligência,
a justiça, a educação. São estas as virtudes que devem
formar o seu caráter.
Sócrates

Certamente, o valor universal da fraternidade permeia a conscientização do homem e seu compromisso com o bem-estar comum na vida em sociedade. Através do lema consagrado na Revolução Francesa: Liberdade, Igualdade e Fraternidade, busca-se a ideia de que a relação dinâmica entre esses três princípios confere condições de possibilidade para dar efetividade aos Direitos Fundamentais na atualidade. A expectativa é de criar condições de o homem (re)construir um mundo novo, acreditar e investir na capacidade da juventude e, para isso, entender que o homem “[...] é um ser humano imbuído do sentimento de singular humanidade” (Foucault, 1976).

O que é a juventude, afinal?


Embora os estudiosos acerca da juventude enfatizem que esse é um período bastante complexo, com vários contornos de possibilidades, a literatura contemporânea busca conceitos e explicações mais definidas acerca dos estudos sobre a juventude e, assertivamente, entende que se trata de um período que necessita um olhar multidisciplinar. O que é a juventude, então? Poderíamos dizer que são jovens em transformação? Ou adultos precoces? Sabe-se que na atualidade o homem passa por uma transformação biopsicossocial, a juventude hoje se apresenta com um período de infância reduzido e com uma adolescência que se alonga até a idade adulta.


As estatísticas demonstram que as crianças das classes populares são arrancadas precocemente da condição de infância e são obrigadas a trabalhar, e muitas delas frequentam pouco a escola. Apesar dos avanços acerca dos Direitos Humanos, o Estado, a Igreja e as instituições em geral não conseguem mudar esse quadro. Na verdade, muitas crianças e jovens precisam colaborar com a renda familiar, e grande parte das famílias são monoparentais, centradas principalmente na figura materna, cujos filhos muitas vezes, não raro, têm diferentes pais biológicos. Essas crianças são obrigadas a se transformar em jovens e adultos muito cedo, convivendo com violências de todo o modo.

Em relação às crianças e aos jovens de classe média e das elites — apesar da configuração familiar enquanto referência institucional regular com figuras parentais originárias ou com seus substitutos participando do desenvolvimento do jovem —, observa-se que a adolescência também está começando mais cedo do que outrora, e a idade adulta se prolonga de maneira bem mais longa do que décadas atrás.



Nesse novo paradigma acerca da juventude, com as fases temporais multifacetadas, observa-se que os jovens não mais dominam o espaço urbano nem mesmo o bairro que moram, restringem-se ao espaço limitado das casas e sem muitas possibilidades de movimento. Esse aprisionamento, seja por questão espacial, seja por violência urbana, torna o jovem mais frágil, com sentimento de impotência e sensação de imobilidade psíquica.


Portanto, imóveis, privados da liberdade de expressão (imobilidade psíquica), ceifados da presença dos pais, ilhados pela violência urbana, cerceados nos instrumentos psíquicos de ir e vir, e, em muitos casos, privados de afetividade, sentem-se infantilizados pela condição de dependência, que se arrasta também pelas restrições do mercado de trabalho. A juventude se instaura num cenário paradoxal...

Quem são eles, afinal? Adultos ou crianças? Adolescentes protegidos ou adultos? São eles, o futuro da sociedade? A perpetuação da hominização?


A juventude sofre também com os impasses econômicos e sociais contemporâneos, a escola não prepara o jovem para o mercado de trabalho, há falta de perspectiva em relação à conquista de uma profissão, a segregação de classes é significativa, e a condição de disputa é desumana. Há, portanto, a necessidade de se estabelecer, levar uma vida de adulto e se constituir como sujeito. Hoje, é comum os jovens viverem quase que maritalmente com seu namorado ou namorada na casa dos pais, pois não conseguem estabelecer uma relação de independência econômica e psíquica, com isso, a confusão geracional se institui entre filhos e pais; evidenciam-se então as linhas de fratura de fragilidade em que os jovens se encontram, aumentando assim os efeitos de infantilização e a falta de horizonte para o futuro.

A juventude é a época de se estudar a sabedoria; a velhice é a época de a praticar.
Jean-Jacques Rousseau


A fraternidade e as aproximações de sentidos: igualdade, desigualdade e diferença


A Idade Moderna é o marco de referência para a ideia de fraternidade. O processo de evolução histórica registra, mesmo que silenciosamente, o pensamento de fraternidade com uma conotação política. Através do lema: Liberdade, Igualdade e Fraternidade, constitui-se, justamente nesse momento, a dimensão política da fraternidade que, ao lado da liberdade e da igualdade, compôs os três princípios ideais constitutivos para a introdução de um mundo novo.

Abre-se, então, um espaço para transformar o homem para ser consciente e capaz de (re)construir a vida em sociedade, com condições de estabelecer com seus semelhantes uma relação de igualdade. Certamente, esse conceito é o pensamento-chave para a plena configuração da cidadania, portanto, por princípio, todos os homens são iguais. De certa forma, a fraternidade não está dicotomizada na liberdade e na igualdade, pois, para que cada uma se estabeleça, é preciso que as demais sejam configuradas.

A fraternidade é expressa no primeiro artigo da Declaração Universal dos Direitos do Homem quando ela afirma que “Todos os homens nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotados de razão e de consciência e devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade” (Sarlet).


O compromisso de tornar a sociedade mais fraterna requer, além da mudança de postura, um olhar multidisciplinar em torno do valor humano. As múltiplas faces da concepção de valor se pautam na formação do sujeito como valor universal e estabelece conexão com o Direito e, consequentemente, com a efetivação dos Direitos Fundamentais.

É importante ressaltar que fraternidade não deve ser confundida com caridade ou solidariedade, que certamente representam significados diferentes. A fraternidade expressa a dignidade de todos os homens, considerados iguais, e assegura-lhes plenos direitos (sociais, políticos e individuais). Nesse contexto, há aproximações de sentidos, porém, um sutil contraste.

A noção de igualdade é muito antiga e complexa, pois se opõe à diferença, que, por outro lado, se contradita com desigualdade. Essa sutil distinção nos remete ao âmbito em que, para o indivíduo considerar sua igualdade ou diferença em relação ao outro, é necessária uma perspectiva semiótica, isto é, uma leitura simbólica que se relaciona com a subjetividade do sujeito.


No contexto da pós-modernidade, a ideia de igualdade tem sido gradualmente abandonada e preterida pela ideia de diversidade.

Certamente, o homem deseja (re)construir um mundo melhor, uma sociedade mais “humana”...

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Como estudar melhor em pouco tempo...


Estudar é um hábito que, sem dúvidas, não é fácil. Mas, se o realizas bem, verás que aprender pode ser um processo divertido.

Para melhorar o teu rendimento, fica a saber que aprender é diferente de memorizar.

Muitos estudantes queixam-se do pouco tempo que têm para estudar. No entanto, é possível estudar mais e melhor em menos tempo. Se estudares corretamente, aprenderás mais em menos tempo sem prejudicar a qualidade. Não estamos a falar de estudar com rapidez e, sim, de potencializar a tua aprendizagem.

1. Dormir

A primeira dica é dormir bem, 7 horas no mínimo. Isso permite que o teu cérebro se ative e renda o máximo evitando as distrações tão comuns de quando se estuda uma matéria pouco atrativa.

2. Planear

Planeia os teus estudos. Tem em mente que estudar 3 ou 4 horas seguidas não renderá tanto quanto se estudares 45 minutos e parares 10.

3. Anotações

Assim que chegares em casa, passa a limpo as tuas anotações. Desta forma, quando fores estudar para a prova, não te perderás na bagunça do que anotaste. Se tens que estudar um livro, faz um resumo. Isso poupará tempo, mas, na véspera do teste, terás tudo organizado e estudarás melhor em menos tempo.

4. Aprender e memorizar

Para melhorar o teu rendimento, fica a saber que aprender é diferente de memorizar. Se compreendes e tens uma opinião crítica sobre um certo assunto, com certeza, terás na tua cabeça as ideias-chaves e os temas centrais dessa matéria; sem teres tido o esforço de memoriza-los.

5. Dinâmica

Não estudes de forma estática e, sim, dinâmica. Estuda em voz alta e passa as ideias do que aprendeste para o mundo. Após o estudo, nem que estejas a falar sozinho, conta o que aprendeste do teu modo.

6. Concentração

Sem concentração, obviamente, não estudarás melhor em menos tempo. Portanto, evita todos os objetos que te possam atrapalhar, como computador, televisão, livros, revistas, rádio, relógios que fazem tique-taque, etc. Deves também evitar as distrações mentais. Para tal, faz intervalos entre as horas de estudo, dorme bem e tenta dinamizar o teu estudo, como já explicado nas outras dicas. A última sugestão para te concentrares é meditar 10 minutos antes de cada sessão de estudo.

Fonte: Texto: Universia Portugal